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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Concurso Avon e Minuto Ad - "Em Briga de Marido e Mulher se Mete a Colher" - 10 mil reais em prêmios


Abraçe essa causa e participe do concurso do Instituto Avon e MinutoAd com o tema "Em Briga de Marido e Mulher se Mete a Colher". Faça seu vídeo de até um minuto sobre o tema e ajude a divulgar essa causa. Mais informações sobre o concurso no texto abaixo.

Instituto Avon e MinutoAd lançam o concurso
"Em Briga de Marido e Mulher se Mete a Colher" 
 
Prêmios somam R$ 10 mil
 
Instituto Avon comemora 10 anos de atuação e realização do Concurso é uma das principais iniciativas das comemorações 
Inscrições encerram em 10/08
 
O Festival do Minuto, hoje permanente e online, criado por Marcelo Masagão, em 1991, oferece a algumas empresas o  MinutoAd, um modelo diferenciado de investimento. A empresa ou instituição patrocinadora do concurso propõe o desafio de se criar um vídeo, de até 60 segundos, sobre uma ideia ligada a marca da empresa ou instituição. As melhores ideias e contribuições receberão prêmios em dinheiro ou, por vezes, em produtos e serviços. A empresa define o briefing, lança o desafio e fica responsável pelo concurso, escolhendo diretamente os vídeos vencedores. As regras e os objetivos de cada concurso, bem como os prêmios disponíveis, são descritos na página de cada um deles.
 
Foi com esse intuito que Instituto Avon, responsável pelo investimento social da Avon e que em 2013 completa  dez anos, resolveu lançar o tema Em Briga de Marido e Mulher se Mete a Colher para encorajar e estimular tanto a denúncia quanto a não aceitação da violência. Isso quer dizer que o concurso amplia a rede de atuação do Instituto, que tem a mulher brasileira no seu foco de atuação principal e que tem como uma de suas principais bandeiras o enfrentamento à violência doméstica, causa em que investiu cerca de R$ 4,9 milhões de 2008 a 2012.
 
A violência doméstica não escolhe lugar. Ela é parte da vida de mulheres com ou sem estudo, com mais ou menos dinheiro, que trabalham fora ou só dentro de casa. Geralmente é invisível e, quando fica evidente, a maioria das pessoas prefere não ver e não se meter. Por que ficamos todos em silêncio? Bater, xingar a mulher, obrigá-la a fazer sexo sem vontade -- tudo isso é violência. E o curioso é que, sem se dar conta, a própria sociedade constrói a cultura da violência contra essa mulher com atos, gestos, discursos, atitudes, educação.
 
Então, o Instituto Avon desafia o público a meter a colher – através da realização de um vídeo de até um minuto sobre o tema. Serão distribuídos R$ 10 mil em prêmios. As inscrições seguem até 10 de agosto.


Prêmios
R$10.000,00 em prêmios


Melhor vídeo – voto equipe AVON –  1o colocado: R$ 5 mil
Melhor vídeo – voto equipe AVON –  2o colocado: R$ 3 mil
Melhor vídeo – escolha do público – R$ 2 mil
 
Inscrições pelo site www.minutoad.com.br
 
Realização: Instituto Avon
 
MinutoAD: www.minutoad.com.br
 
Sobre o MinutoAd 

O MinutoAd é um desafio. A empresa ou instituição patrocinadora do concurso desafia você a criar um video de até um minuto sobre uma ideia ligada a marca da empresa ou instituição. As melhores ideias e contribuições receberão prêmios em dinheiro ou, por vezes, em produtos e serviços. A empresa define o briefing, lança o desafio e fica responsável pelo concurso, escolhendo diretamente os vídeos vencedores. As regras e os objetivos de cada concurso, bem como os prêmios disponíveis, são descritos na página de cada concurso.
 
Sobre o Festival do Minuto

O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais indistintamente.
A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Cidade de Deus, Ensaio Sobre a Cegueira), Beto Brant (O Invasor, Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios) e Tata Amaral (Antônia, Hoje).
 
Sobre o Instituto Avon - 10 anos de dedicação à saúde e ao bem-estar da mulher

O Instituto Avon foi criado em 2003, como organização não governamental com a missão de coordenar no Brasil as campanhas defendidas pela Avon globalmente: a detecção precoce do câncer de mama e o enfrentamento da violência doméstica. No Brasil, as campanhas receberam a denominação Avon Contra o Câncer de Mama e Fale Sem MedoNão à Violência Doméstica, para as quais o Instituto Avon já direcionou R$ 43 milhões, apoiando mais de 80 projetos. Em 2012, as campanhas ganharam o apoio da modelo e empresária Luiza Brunet, que se tornou Embaixadora do Instituto Avon, endossando as iniciativas das campanhas em todo país. Em 2013, a instituição celebra 10 anos de atuação no país, tendo beneficiado mais de 2 milhões de brasileiras no período. Conheça mais em: www.institutoavon.org.br.
 
Siga o Instituto Avon:  www.twitter.com/institutoavon
 
Sobre a Avon
A Avon, a empresa voltada para as mulheres, é líder mundial no mercado de beleza, com uma receita anual próxima a US$ 11 bilhões. Uma das maiores empresas de venda direta do mundo, comercializa seus produtos em mais de 100 países por meio de cerca de 6 milhões de revendedores autônomos. O portfólio de produtos da Avon inclui itens de beleza de alta tecnologia e apresenta marcas de qualidade mundialmente reconhecidas como Linha Avon de Maquiagem, Color Trend, Renew, Skin-So-Soft, Advance Techniques e Avon Naturals. Além disso, inclui produtos de moda e voltados para a casa. A empresa é pioneira em venda direta de cosméticos no Brasil, onde está desde 1958. Atualmente, o Brasil conta com a maior força de vendas da empresa e é também a maior operação da Avon no mundo. Para obter mais informações sobre a Avon global e seus produtos, visite o site: www.avoncompany.com. Para saber mais sobre a Avon no Brasil, acesse: www.avon.com.br.
 
Siga a Avon:  www.twitter.com/avonbr | www.facebook.com.br/AvonBR.
 
Atendimento à Imprensa
 
Festival do Minuto
Foco Jornalístico - www.focojornalistico.com.br
Regina Cintra: regina@focojornalistico.com.br / (11) 3023.3940 / (11) 3023.5814
 
Avon / Instituto Avon
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Bruna Di Monaco: bruna.dimonaco@imagemcorporativa.com.br / (11) 3526.4584
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Relações com a imprensa
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domingo, 25 de novembro de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Argentina: Aumento em 60% nos casos de violência doméstica contra a mulher


Aumentaron 60% las denuncias por violencia de género

Desde 2010, se multiplican y agravan los casos
Por Evangelina Himitian | LA NACION

Natalia, su ex marido la golpeó en la calle y delante de su hija , el Día del Niño, con total impunidad. A Mariana, su ex novio la fue a visitar el día de su cumpleaños y terminó torturándola con una picana durante cuatro horas. A Karina, su ex pareja directamente le dio tres puñaladas y la mató.
Todo eso, casos resonantes y que tomaron estado público, ocurrió en menos de 24 horas. Y las estadísticas confirman lo que se sospechaba: los casos de violencia contra las mujeres han aumentado aceleradamente en los últimos tiempos.

Desde 2010, aumentó 60% la cantidad de casos que llegan a la Oficina de Violencia Doméstica de la Corte Suprema de Justicia de la Nación. Un informe del Observatorio de Femicidios, de la ONG Adriana Marisel Zambrano, indica que cada día en el país una mujer muere víctima de la violencia de género. Paradójicamente, el hogar familiar es el lugar más peligroso para las mujeres, y sus propias parejas o ex parejas, los principales agresores.

Sólo en la ciudad de Buenos Aires, en lo que va del año unas 5500 mujeres solicitaron ayuda por ser víctimas de violencia familiar, malos tratos y agresiones. Son las que llamaron a la línea de teléfono gratuita que tiene la Dirección de la Mujer del gobierno porteño, 0800-66 MUJER.

Claro que muchas otras mujeres no se atreven a iniciar una demanda contra su agresor. "Cerca del 40% de las mujeres no quieren hacer la denuncia", apuntó Eva Giberti, la coordinadora del programa "Las víctimas contra las violencias" del Ministerio de Justicia y Derechos Humanos.
"En estos meses, hemos recibido una gran cantidad de llamadas a la línea telefónica. Esta es sólo la primera instancia, el primer contacto. La mayoría son mujeres que han soportado meses o tal vez años de malos tratos y que, a partir de una situación puntual, se deciden a llamar. El detonante suele ser una situación de violencia delante de los hijos o que puso en riesgo su vida. Sólo ahí, por lo general, las mujeres se animan a llamar. El pedido de ayuda, lamentablemente, llega en un punto límite", explica a LA NACIONCarolina Stanley, la ministra de Desarrollo Social porteña.

Desde que comenzó a funcionar la Oficina de Violencia Doméstica de la Corte, en 2008 ha habido 27.959 casos. Los principales agresores son las propias parejas y ex parejas de las víctimas. El 90% de los casos se convirtió en una denuncia civil; el 64%, en penal. La violencia psicológica está tan presente como la violencia física. La primera, en el 96% de los casos, y la segunda, en el 68 por ciento.

En el 33% de los casos, existe un alto riesgo para la vida de la víctima; en el 9%, el riesgo es "altísimo", y en el 41%, un riesgo medio. Sólo en el 6% de los casos se evaluó que no existía un riesgo.
En la ciudad de Buenos Aires, una vez que la Dirección de la Mujer recibe la consulta, se deriva la llamada a una consulta jurídica y si es necesario, se avanza para solicitar una orden judicial de restricción para que el agresor no pueda acercarse al hogar familiar.

Refugio para víctimas

En otros casos, cuando corre riesgo la vida, las mujeres que denunciaron a sus parejas y no tienen dónde ir, existe un refugio para que vivan temporariamente. Hoy hay unas 50 mujeres allí alojadas.
Desde noviembre último, hay unas 93 mujeres víctimas de violencia familiar que, por decisión judicial, conviven con un botón antipánico que conecta el hogar familiar con la Policía Metropolitana.

Si existe una orden de restricción, en lugar de enviarle una consigna policial, se le entrega ese dispositivo que, al accionarse, se convierte en forma automática en un micrófono ambiental. Si la mujer ve que el agresor merodea su casa, lo activa y, a partir de allí, alerta a la policía de la situación y, a través del micrófono, mantiene informados a los efectivos de la situación. "Además, automáticamente, se envían fotos del agresor a las tablets que tienen los patrulleros que se movilizan hasta el lugar, para que sepan a quién tienen que buscar", explicó Ricardo Pedace, subjefe de la Policía Metropolitana a LA NACION.
Desde que comenzó el sistema, los 93 botones se activaron 127 veces y se produjeron ocho detenciones.

Denuncias en la Corte

Las estadísticas de la Oficina de Violencia Doméstica de la Corte indican que entre mayo de 2010 y mayo de 2012, los casos de violencia se incrementaron 57%: durante mayo de 2010, hubo 530 casos y, en mayo último, 833 casos.

En el 65% de los casos, las afectadas fueron mujeres adultas; el 15%, niñas; el 13%, niños, y el 7%, varones. El 88% de las personas denunciadas como agresores son hombres.
En el 38% de los casos, los violentos fueron las ex parejas; el 21%, los concubinos, y el 20%, los cónyuges. En el 10% de los casos, los agresores son los padres, y en el 5%, los novios.
"Hemos detectado en el último tiempo un aumento en la cantidad de denuncias por noviazgos violentos", explica Standley. "Estamos trabajando bastante sobre este tema, porque es importante que las mujeres puedan detectar tempranamente signos de violencia que pueden aparecer en una relación. Cuando hay un novio que aísla a la pareja de sus amigos, de su familia. Que le pide que no trabaje, que es muy celoso y le revisa los correos y el teléfono, ésos pueden ser síntomas tempranos de una relación que puede ser violenta", agrega.

EN CIFRAS

94%
Casos de riesgo
En la gran mayoría de los casos que llegan a la Oficina de Violencia Doméstica de la Corte, existe riesgo de vida para quien denuncia.

Fonte: La Nacion

sábado, 24 de dezembro de 2011

Campanha de combate à violência contra a mulher



Fonte: Centro de Referência de Mulheres da Maré

quinta-feira, 28 de julho de 2011

terça-feira, 1 de junho de 2010

Repórter TVI: a violência doméstica em "Não Desisto de Mim"



Os números são da Direcção Geral da Administração Interna: violência doméstica é o quarto crime mais registado em Portugal, tendo provocado a morte de 16 pessoas, só no ano passado.

Oitenta e cinco por cento das vítimas são mulheres, com uma idade média de 39 anos, essencialmente casadas ou a viver em união de facto. É uma realidade transversal a todas as faixas etárias, a todos os estratos sociais.

Esta semana, a TVI contou-lhe a história de uma mulher de 31 anos que teve a força necessária para fugir da própria casa, unicamente com a roupa que trazia no corpo.

É um testemunho de coragem. Mostra até onde vai a capacidade do ser humano para suportar a dor mas também a força que, a certa altura, o faz compreender que não pode continuar a viver num imenso sofrimento silenciado.

«Não Desisto de Mim» é uma grande reportagem da jornalista Conceição Queiroz, com imagem de Ricardo Ferreira e montagem de Miguel Freitas.


Fonte: Blog do Ricardo Pinto
http://centroparoquialgondar.blogspot.com/2010/06/reporter-tvi-violencia-domestica-em-nao.html

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Vídeo: O Islã ensina como o marido deve bater na sua esposa? É isso que diz esse vídeo...

O blog "O Grito de Ana" não compactua com  qualquer manifestação de preconceito e ódio contra seguidores de qualquer religião. Esse vídeo foi encontrado no You Tube e aqui está sendo utilizado para levantar questionamentos sobre a utilização do Corão para agir com violência contra a mulher no âmbito doméstico e não para ofender os mulçumanos. Abaixo de cada post existe um espaço para postagens de opiniões que poderá ser utilizado para discutir esse vídeo.  Mais uma vez o blog "O Grito de Ana" vem afirmar que é contrário a TODO e qualquer tipo de ato de "islãmofobia". No entando, o blog não se furtará das discussões orientadas pelo respeito ao ser humano, pela proteção aos direitos humanos e pela intenção de contribuir para que a cada dia não seja tolerada nenhuma forma de violência contra a mulher sob nenhuma justificativa.